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Elantris, by Brandon Sanderson

3 reviews

diana_barv's review against another edition

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emotional hopeful mysterious medium-paced
  • Plot- or character-driven? A mix
  • Strong character development? Yes
  • Loveable characters? Yes
  • Diverse cast of characters? Yes
  • Flaws of characters a main focus? No

4.25

Well I'll be dammed. I am back on my fantasy-loving bs; expect a lot of cosmere reviews in the next months. I had intended to read more of them but finally, Jack convinced me by constantly making references to them and I wanted in on the joke.
Oh Elantris, for a first work it is surprisingly solid and I could see the roots of the style I so loved in Mistborn. The 3 POVs were very solid as was the world building. I could read an entire book on pre Shaod Elantris tho. 
Sarene has everything I could wish in a protagonist, she was witty and bold and yet she had insecurities and fears. I loved her banter with Spirit.
Raoden was every bit a "good Prince this kingdom needs" but it slaps. His endless optimism was wonderful and I would have loved to see what he could have achieved with new elantris, separated from him as king of Arelon. Galladon (my beloved) was right, this dude was a sappy romantic and you know what? Some straights do deserve rights and him and Sarene were meant to be.
Hrathen's arc... sir, Mr. Gyron... holy shit. I am still unconvinced if I liked the last bit. His story was so complex and I loved the way he approached his mission and how strong his morals were, autodeception aside. He had purpose despite his lack of faith and he tried to mend his ways at the very end. BUT I do question his motivation. He and Sarene had mutual respect as opponents and barely. This was not an enemies to lovers and I think respect->admiration->love would have taken a bit more time. I feel that he could have realized he had faith in the people more than in his God's will (which was more Wrym's than a divine mandate but theological discussed will take us nowhere) And avoid parting with a dumbass confession he didn't even voiced.
Other random things that kept me from 5 stars are the weird shit with the king's rituals and lack of acknowledgement later. The "pope" who just came to read the frankly ex-machina decree. Sarene taking advantage of the shock; no way the people would have just calmly accepted an elantrian as king, not even their beloved returned-from-death prince.
Adien or whomever. He... No. Bad autistic rep. I am not well informed to give the particulars of why (Jack had however told me he IS bad rep and I trust her first-hand judgment) but even I know that was so wrong. 
The pace was a bit funky, the last 3rd was super packed! But all in all I enjoyed it immensely. I even cried when I thought all elantrians lost forever. I am definitely going into the storm light archive next. Wish me luck.

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sashafriese's review against another edition

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adventurous emotional funny hopeful inspiring mysterious reflective sad fast-paced
  • Plot- or character-driven? A mix
  • Strong character development? It's complicated
  • Loveable characters? Yes
  • Diverse cast of characters? It's complicated
  • Flaws of characters a main focus? Yes

5.0


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ggcd1981's review against another edition

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challenging dark hopeful mysterious tense slow-paced
  • Plot- or character-driven? Character
  • Strong character development? Yes
  • Loveable characters? Yes
  • Diverse cast of characters? Yes
  • Flaws of characters a main focus? No

4.0

Spoiler 
Essa é minha segunda experiência com Brandon Sanderson (a primeira foi White sand) e dessa vez eu “remei” mais do que na primeira experiência. Em 2021, até o momento, este foi o livro que levei mais tempo para concluir. Elantris não é ruim, na verdade é uma história bem diferente do que tenho lido até agora. Assim, foi novidade para mim um livro tão focado em maquinações políticas. Porém tive a sensação que a narrativa era lenta, tanto pela história ser de passo lento quanto pelo narrador, Jack Garrett, narrar de forma bastante espaçada (Vale acrescentar que pode ter sido a edição do áudio e não a narração de Garrett que deixou a história lenta, é difícil determinar a causa). Acrescentando o fato de que há relativamente pouca ação na narrativa e Elantris me deu a sensação de que se movia a passo de tartaruga, apesar de ter sido um bom livro. 

Vamos ressaltar os pontos positivos da obra: Personagens agradáveis por quem pude torcer, como Raoden, Sarene, Galladon e até mesmo Hrathen, o antagonista inicial; Ótima personagem feminina (Sarene), mentalmente forte, com muita agência, e enredo próprio em separado de seu par romântico; Raoden foi um excelente protagonista que resolvia os problemas com inteligência e diplomacia já que não possui muitas habilidades de combate; Hrathen foi um antagonista interessante com aspectos de personalidade conflitantes que deixavam o seu futuro ambíguo, com um final que satisfez (ele ter começado como antagonista e terminado como herói do país foi um ótimo final); O desenvolvimento da histórica foi em maior parte imprevisível para mim e a conclusão foi satisfatória, respondendo todas as minhas perguntas razoavelmente bem. 

Não houveram muitos pontos negativos para mim, os únicos que posso apontar foram mais uma questão de gosto pessoal: gosto de um pouco mais de ação em livros de Fantasia, mas compreendo porque Sanderson concentrou a ação no fim; as tentativas de humor durante a história foram um pouco embaraçosamente executadas, apesar de terem sido importantes para mostrar personagens desenvolvendo laços; Por último, o que já havia mencionado, seja pela edição de áudio ou pela narração, em conjunção com o enredo de passo lento e pouca ação fizeram com que eu tivesse a sensação de que a história era muito mais longa do que realmente era. 

Um ponto ambíguo foi o personagem Dilaf, porque por muito tempo no livro eu considerei o personagem muito interessante e assustador. Por ser fanático religioso o personagem parecia não ter limites para seu ódio. Isso para mim, por causa de minhas experiências pessoais com fanatismo religioso, é bastante assustador. Contudo, no final o fanatismo religioso foi na verdade revelado ter por base o desejo de vingança por uma perda sofrida, e de certa forma Dilaf perdeu, em minha opinião, a aura de perigo e imprevisibilidade. Acho q foi um ótimo personagem que se perdeu um pouco na conclusão. 

Minha opinião geral é que foi uma história de intriga política e religiosa bem escrita e com personagens interessantes, contudo a sensação de lentidão da história me impede der dar uma nota maior. Desta forma dou 4 estrelas.


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