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adventurous
medium-paced
Plot or Character Driven:
Character
Strong character development:
Yes
Loveable characters:
Yes
Diverse cast of characters:
Yes
Flaws of characters a main focus:
Yes
adventurous
dark
medium-paced
Plot or Character Driven:
A mix
Strong character development:
Complicated
Loveable characters:
Yes
Diverse cast of characters:
Complicated
Flaws of characters a main focus:
No
An interesting take on the Arthur legend - very different from what I've read before. Quick and easy to read while still being engaging.
adventurous
dark
informative
tense
medium-paced
Plot or Character Driven:
Character
Strong character development:
Yes
Loveable characters:
N/A
Diverse cast of characters:
N/A
Flaws of characters a main focus:
Yes
3.5
É difícil falar sobre algo que é bom. Não estupidamente intricado e fascinante, com dezenas de detalhes que captam sua atenção. Não magnífico em certos pontos e repugnante em outros, numa montanha russa de qualidade que pode tornar algo ao mesmo tempo excelente ou horrorizante. Não uma pilha de lixo que permite a dissecação deliciosa de porque aquilo é ruim. Mas bom. Simplesmente bom. Competente, capaz, bom. Esse livro é bom.
Porque, então, apenas 3? Se é bom, se nenhuma falha me salta tão monstruosamente, o que justifica isso? E essa é uma boa pergunta. Meus últimos livros foram fáceis de classificar, alguns eu amei, alguns eu odiei, alguns eu fiz os dois ao mesmo tempo. Para o início da trilogia de Rei Arthur de Cornwell, onde os clássicos personagens arturianos são reimaginados sobre lentes mais realistas, me faltou paixão. Me faltou conectar com a história, com a obra, com o narrador.
A proposta de pintar uma Inglaterra da idade média sombria, órfã do império romano, atacada por todos os lados e se alto destruindo, funciona excelentemente. O cenário é rico, o constante conflito entre catolicismo e druidismo é bem representado, a perda de cultura é tema recorrente. O cenário da história é o grande chamariz, a principal vida e destaque do livro. Igualmente, os combates são bem narrados, historicamente fieis, e aquele que fecha o livro é um destaque especial que deve ter garantido, pelo menos, uma estrela dessa nota sozinho.
Ainda assim, me faltou uma centelha para me apaixonar pela obra. Os personagens são reconstruídos em figuras interessantes, deformados de seus conceitos básicos, o novo Lancelot deliciosamente deturpado, mas falta movimento para apegar-se. O protagonista funciona, mas é mais uma tela em branco, empurrado daqui para lá na necessidade de interagir com o mundo.
É bom.
Não é surpreendente, não é apaixonante, não é incrível.
Mas é bom.
PS: Detalhe irrelevante, mas fica o aviso que os capítulos são desnecessariamente longos, e venho me acostumando mal com belos capítulos curtinhos na minha fantasia.
É difícil falar sobre algo que é bom. Não estupidamente intricado e fascinante, com dezenas de detalhes que captam sua atenção. Não magnífico em certos pontos e repugnante em outros, numa montanha russa de qualidade que pode tornar algo ao mesmo tempo excelente ou horrorizante. Não uma pilha de lixo que permite a dissecação deliciosa de porque aquilo é ruim. Mas bom. Simplesmente bom. Competente, capaz, bom. Esse livro é bom.
Porque, então, apenas 3? Se é bom, se nenhuma falha me salta tão monstruosamente, o que justifica isso? E essa é uma boa pergunta. Meus últimos livros foram fáceis de classificar, alguns eu amei, alguns eu odiei, alguns eu fiz os dois ao mesmo tempo. Para o início da trilogia de Rei Arthur de Cornwell, onde os clássicos personagens arturianos são reimaginados sobre lentes mais realistas, me faltou paixão. Me faltou conectar com a história, com a obra, com o narrador.
A proposta de pintar uma Inglaterra da idade média sombria, órfã do império romano, atacada por todos os lados e se alto destruindo, funciona excelentemente. O cenário é rico, o constante conflito entre catolicismo e druidismo é bem representado, a perda de cultura é tema recorrente. O cenário da história é o grande chamariz, a principal vida e destaque do livro. Igualmente, os combates são bem narrados, historicamente fieis, e aquele que fecha o livro é um destaque especial que deve ter garantido, pelo menos, uma estrela dessa nota sozinho.
Ainda assim, me faltou uma centelha para me apaixonar pela obra. Os personagens são reconstruídos em figuras interessantes, deformados de seus conceitos básicos, o novo Lancelot deliciosamente deturpado, mas falta movimento para apegar-se. O protagonista funciona, mas é mais uma tela em branco, empurrado daqui para lá na necessidade de interagir com o mundo.
É bom.
Não é surpreendente, não é apaixonante, não é incrível.
Mas é bom.
PS: Detalhe irrelevante, mas fica o aviso que os capítulos são desnecessariamente longos, e venho me acostumando mal com belos capítulos curtinhos na minha fantasia.
There is a lot of mention of rape and not only is it used as a way for a female character to gain wisdom that same character is happy when another woman is raped. I don't tolerate that in any book and I don't care that the author thinks it's historical because this is a fantasy and he could have chosen not to.
Graphic: Violence
Moderate: Rape
adventurous
dark
emotional
tense
adventurous
dark
medium-paced
Plot or Character Driven:
A mix
Strong character development:
Yes
Loveable characters:
Yes
Diverse cast of characters:
No
Flaws of characters a main focus:
Yes
Graphic: Rape
adventurous
dark
hopeful
inspiring
mysterious
medium-paced
Plot or Character Driven:
A mix
Strong character development:
Yes
Loveable characters:
Yes
Diverse cast of characters:
Yes
Flaws of characters a main focus:
Yes