Take a photo of a barcode or cover
irenefreiras 's review for:
The Glittering Court
by Richelle Mead
Gente a Richelle Mead precisa de férias e esse livro é um pedido de ajuda disfarçado, porque não é possível.
Pra vocês terem uma ideia do quão ruim é a sensação geral enquanto lia Glittering Court foi que estava lendo o capítulo final da série Bloodlines só que a versão estendida com mais 400 páginas.
A trama desse livro é tão louca e tem tanta coisa aleatória acontecendo que é até difícil de acreditar que não tem história nenhuma. A autora pula de uma trama pra outra ao longo dos capítulos e acaba esquecendo qual seria o fio da meada de toda essa confusão.
O nível de sem noção do livro já começa com a protagonista fugindo de um casamento arranjado (por favor, autores YA, parem de usar esse plot pra abrir todos os livros high fantasy do mundo, ninguém aguenta mais) e vai se refugiar justamente numa empresa que organiza casamento arranjados (por favor, autores YA, parem de achar que The Bachelor é plot pra livro, ninguém aguenta mais). QUE????
E acreditem que depois desse começo sem noção as coisas degringolam ainda mais.
Não tem o que salvar.
E olha que eu geralmente gosto dos personagens da Richelle independente das maluquices, mas nem isso rendeu em Glittering Court. As atitudes e os diálogos dos personagens eram contemporâneos demais pra realidade que eles estavam vivendo, pareciam que eles estavam fantasiados com roupas de época, mas ainda em 2016, foi sofrível de ler.
Eu não vou nem comentar sobre o world building porque não tem nenhum.
Vou terminar novamente com o apelo: mercado literário, deem umas férias pra Richelle, essa mulher claramente não tá bem.
Pra vocês terem uma ideia do quão ruim é a sensação geral enquanto lia Glittering Court foi que estava lendo o capítulo final da série Bloodlines só que a versão estendida com mais 400 páginas.
A trama desse livro é tão louca e tem tanta coisa aleatória acontecendo que é até difícil de acreditar que não tem história nenhuma. A autora pula de uma trama pra outra ao longo dos capítulos e acaba esquecendo qual seria o fio da meada de toda essa confusão.
O nível de sem noção do livro já começa com a protagonista fugindo de um casamento arranjado (por favor, autores YA, parem de usar esse plot pra abrir todos os livros high fantasy do mundo, ninguém aguenta mais) e vai se refugiar justamente numa empresa que organiza casamento arranjados (por favor, autores YA, parem de achar que The Bachelor é plot pra livro, ninguém aguenta mais). QUE????
E acreditem que depois desse começo sem noção as coisas degringolam ainda mais.
Não tem o que salvar.
E olha que eu geralmente gosto dos personagens da Richelle independente das maluquices, mas nem isso rendeu em Glittering Court. As atitudes e os diálogos dos personagens eram contemporâneos demais pra realidade que eles estavam vivendo, pareciam que eles estavam fantasiados com roupas de época, mas ainda em 2016, foi sofrível de ler.
Eu não vou nem comentar sobre o world building porque não tem nenhum.
Vou terminar novamente com o apelo: mercado literário, deem umas férias pra Richelle, essa mulher claramente não tá bem.