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dina_b 's review for:
Les Trois Mousquetaires
by Alexandre Dumas
Comecei esta leitura com o cérebro formatado pelos filmes e séries d'Os Três Mosqueteiros que vi ao longo dos anos, versões modernizadas, tendo que mudar um pouco a minha perspectiva.
Acompanhamos o jovem D'Artagnan desde a sua saída da casa dos pais até se tornar capitão dos Mosqueteiros, (apesar do título do livro, a figura principal é o D'Artagnan, sendo os mosqueteiros só companheiros nas suas aventuras, além que ele só chega a mosqueteiro a cerca de 80% do livro) vemos a sua amizade com Athos, Aramis e Portos (já disse que os nossos heróis não tem mais de 22 anos? Que são mesmo jovens? Excepto Athos que tem a "madura" idade de 30 anos.), vemo-lo a apaixonar-se, a travar duelos, a crescer.
Qual é o dia a dia dos nossos heróis? Comer, beber muito, travar duelos por qualquer ofensa feita, por mais pequena que seja (o pessoal dessa época era muito sensível em ofensas!), duelos eram proibídos por lei, quando eram apanhados pelos homens do Cardeal Richelieu, mais lutas eram travadas, tentar arranjar dinheiro quando o ordenado acabava (alguns são sustentados por amantes, vendem cavalos, selas, jóias, tudo o que consigam para sobeviver). Mas no entremeio salvam a Rainha de um escândalo, tentam impedir um assassinato, tentam salvar raparigas, perseguem uma assassina, protegem a França, lutam pela honra dos Mosqueteitos.
Esta história tem uma vilã que põe o Richelieu a um canto, Milady, uma mulher com um exterior de anjo e um interior de diabo, sabe ler as fraquezas das pessoas e usa-as contra elas, não tem problema em mentir, roubar e matar. Um diabo selvagem quando se trata de vingança como se irá provar. Puro veneno.
Dumas soube misturar eventos e pessoas verídicas com ficção (apesar de ter alterado algumas datas para se adaptarem a sua história) criando uma história de heróis e vilões, de segredos, raptos, mortes, vingança e justiça. Mas é principalmente uma história sobre amizade, "um por todos e todos por um", uma amizade onde cada um se sacrifica pelo outro se necessário, que se entre ajudam. Por causa desse sentimento de amizade que se sente nestas páginas, achei que o final foi agridoce e deixou-me melancólica. "Os verdadeiros amigos não só enxugam suas lágrimas, mas também perguntam o por quê delas" - William Shakespeare.
Acompanhamos o jovem D'Artagnan desde a sua saída da casa dos pais até se tornar capitão dos Mosqueteiros, (apesar do título do livro, a figura principal é o D'Artagnan, sendo os mosqueteiros só companheiros nas suas aventuras, além que ele só chega a mosqueteiro a cerca de 80% do livro) vemos a sua amizade com Athos, Aramis e Portos (já disse que os nossos heróis não tem mais de 22 anos? Que são mesmo jovens? Excepto Athos que tem a "madura" idade de 30 anos.), vemo-lo a apaixonar-se, a travar duelos, a crescer.
Qual é o dia a dia dos nossos heróis? Comer, beber muito, travar duelos por qualquer ofensa feita, por mais pequena que seja (o pessoal dessa época era muito sensível em ofensas!), duelos eram proibídos por lei, quando eram apanhados pelos homens do Cardeal Richelieu, mais lutas eram travadas, tentar arranjar dinheiro quando o ordenado acabava (alguns são sustentados por amantes, vendem cavalos, selas, jóias, tudo o que consigam para sobeviver). Mas no entremeio salvam a Rainha de um escândalo, tentam impedir um assassinato, tentam salvar raparigas, perseguem uma assassina, protegem a França, lutam pela honra dos Mosqueteitos.
Esta história tem uma vilã que põe o Richelieu a um canto, Milady, uma mulher com um exterior de anjo e um interior de diabo, sabe ler as fraquezas das pessoas e usa-as contra elas, não tem problema em mentir, roubar e matar. Um diabo selvagem quando se trata de vingança como se irá provar. Puro veneno.
Dumas soube misturar eventos e pessoas verídicas com ficção (apesar de ter alterado algumas datas para se adaptarem a sua história) criando uma história de heróis e vilões, de segredos, raptos, mortes, vingança e justiça. Mas é principalmente uma história sobre amizade, "um por todos e todos por um", uma amizade onde cada um se sacrifica pelo outro se necessário, que se entre ajudam. Por causa desse sentimento de amizade que se sente nestas páginas, achei que o final foi agridoce e deixou-me melancólica. "Os verdadeiros amigos não só enxugam suas lágrimas, mas também perguntam o por quê delas" - William Shakespeare.