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danielsantos's Reviews (182)
Sou fã de Stephen King, e desde que soube que “Belas Adormecidas” seria lançado, antecipei o momento de poder comprar a obra, primeira que o autor produz em parceria com seu filho Owen, uma vez que a trama (“mulheres indo dormir, sendo imediatamente envoltas em casulos para não mais despertar, e se tornando violentíssimas se forem acordadas à força”) e os conflitos (“o que será da raça humana em 60, 100 anos, sem as mulheres?”, “como os homens podem se tornar ainda mais caóticos sem as mulheres”) se mostraram bem atraentes.
No que diz respeito à conflitos, aliás, “Belas Adormecidas” se mostra muito similar à “Sob a Redoma”, outra obra de King Pai. A história de “Belas Adormecidas”, dividida em 3 partes, começa bem, com o espanto, a surpresa e o pânico se espalhando à medida em que a população feminina que se mantém acordada cai a percentuais extremamente baixos. Mas não senti que a trama manteve seu atrativo quando passou para a segunda parte. Os personagens (muitos, aliás), não se mostraram cativantes o suficiente: não há um deles pelo qual você sente aquela verdadeira vontade de torcer. Evie, peça central de “Belas Adormecidas”, um ser aparentemente sobrenatural que parece ser a chave do mistério sobre o sono que afeta 50% da população mundial, é mal explorada, e não creio que possa ser chamada de vilã. Na verdade, seu papel fica muito aquém do que poderia ser.
Na arrastada segunda parte do livro as mulheres, aliás, têm que tomar uma decisão, que fica muito, muito previsível. A trama poderia nos economizar páginas e tempo de leitura, sobretudo quando vai para sua terceira parte, onde o desfecho de muita gente que nem importa muito é explicado, evidenciando o excesso de gente que surge na trama.
No final, dou três estrelas para a obra: Não é a melhor de Stephen, e fica evidente quando ele escreve e quando o filho escreve, e o conjunto parece um daqueles seriados de TV que vai desenrolando bem a trama até que a emissora manda um pedido pra “acelerarem as coisas porque a audiência está caindo”, e isso provoca uma correria que joga a trama por água abaixo.
No que diz respeito à conflitos, aliás, “Belas Adormecidas” se mostra muito similar à “Sob a Redoma”, outra obra de King Pai. A história de “Belas Adormecidas”, dividida em 3 partes, começa bem, com o espanto, a surpresa e o pânico se espalhando à medida em que a população feminina que se mantém acordada cai a percentuais extremamente baixos. Mas não senti que a trama manteve seu atrativo quando passou para a segunda parte. Os personagens (muitos, aliás), não se mostraram cativantes o suficiente: não há um deles pelo qual você sente aquela verdadeira vontade de torcer. Evie, peça central de “Belas Adormecidas”, um ser aparentemente sobrenatural que parece ser a chave do mistério sobre o sono que afeta 50% da população mundial, é mal explorada, e não creio que possa ser chamada de vilã. Na verdade, seu papel fica muito aquém do que poderia ser.
Na arrastada segunda parte do livro as mulheres, aliás, têm que tomar uma decisão, que fica muito, muito previsível. A trama poderia nos economizar páginas e tempo de leitura, sobretudo quando vai para sua terceira parte, onde o desfecho de muita gente que nem importa muito é explicado, evidenciando o excesso de gente que surge na trama.
No final, dou três estrelas para a obra: Não é a melhor de Stephen, e fica evidente quando ele escreve e quando o filho escreve, e o conjunto parece um daqueles seriados de TV que vai desenrolando bem a trama até que a emissora manda um pedido pra “acelerarem as coisas porque a audiência está caindo”, e isso provoca uma correria que joga a trama por água abaixo.
Meu Deus, que livro interminável e TEDIOSO!
Como em alguns livros de negócios que já me aventurei a ler, aqui a fórmula não muda: os conceitos básicos estão todos no capítulo 1 e são exaustivamente repetidos ao longo dos demais capítulos, tornando o livro repetitivo e cansativo ao extremo.
O resumo é o seguinte: o cérebro é dividido em 2 sistemas, um mais imediatista, chamado de Sistema 1; o outro, mais racional, responsável por analisar mais friamente as questões em busca de respostas inegavelmente mais elaboradas e corretas, o Sistema 2. Mas somos seres preguiçosos e tendemos a nos valer de intuições e análises mais superficiais que provém do primeiro sistema, o que nos leva a deduções e conclusões errôneas, quando a recomendação para seres dotados de inteligência como somos seria investir um pouco mais de tempo e usar o segundo sistema.
O conceito é interessantíssimo, e merece 5 estrelas. Mas é impossível dizer que a leitura é atrativa, então a menos que você vá debater com matemáticos ou discutir teoria Bayesiana com sua namorada, passe a leitura e fique com uma classificação honesta de 1 estrela.
Como em alguns livros de negócios que já me aventurei a ler, aqui a fórmula não muda: os conceitos básicos estão todos no capítulo 1 e são exaustivamente repetidos ao longo dos demais capítulos, tornando o livro repetitivo e cansativo ao extremo.
O resumo é o seguinte: o cérebro é dividido em 2 sistemas, um mais imediatista, chamado de Sistema 1; o outro, mais racional, responsável por analisar mais friamente as questões em busca de respostas inegavelmente mais elaboradas e corretas, o Sistema 2. Mas somos seres preguiçosos e tendemos a nos valer de intuições e análises mais superficiais que provém do primeiro sistema, o que nos leva a deduções e conclusões errôneas, quando a recomendação para seres dotados de inteligência como somos seria investir um pouco mais de tempo e usar o segundo sistema.
O conceito é interessantíssimo, e merece 5 estrelas. Mas é impossível dizer que a leitura é atrativa, então a menos que você vá debater com matemáticos ou discutir teoria Bayesiana com sua namorada, passe a leitura e fique com uma classificação honesta de 1 estrela.
THE GOOD: Worth reading. It was impressive to find out about the “real” Mona Lisa, who, to me at least, was not to be considered a real person until then. Lisa Gherardini is everything an interesting woman is, and even more if you consider she was contemporary to the Renaissance.
THE BAD: This book, although interesting, sins for not having pictures, diagrams and illustrations, which all could have enriched the readers experience. The author cites many masterpieces, many places, many situations for which I needed to interrupt my reading in order to check Wikipedia or Google up and the author could have spared me that.
THE UGLY: Even if sometimes complementary to the story, relying solely on the author’s and her husband’s travel experiences is at times very tiresome, and makes me think that if it wasn’t for Lisa and my curiosity, I could have dropped the book, what I didn’t do, but felt like many times, while struggling to finish another chapter.
THE BAD: This book, although interesting, sins for not having pictures, diagrams and illustrations, which all could have enriched the readers experience. The author cites many masterpieces, many places, many situations for which I needed to interrupt my reading in order to check Wikipedia or Google up and the author could have spared me that.
THE UGLY: Even if sometimes complementary to the story, relying solely on the author’s and her husband’s travel experiences is at times very tiresome, and makes me think that if it wasn’t for Lisa and my curiosity, I could have dropped the book, what I didn’t do, but felt like many times, while struggling to finish another chapter.
Nice trilogy when taking into account the love story between Tengo and Aomame: a love born in their childhood days which resisted time and different worlds.
Even though I liked the wrap up, I felt the books unnecessarily long and composed at times by long boring narrative which made me feel like dropping the book, dragging myself towards the end. No wonder I abandoned this book almost 4 years ago and just picked it again because I challenged myself to finish my TBR list.
As a result, I don’t feel like reading other books by the author.
Even though I liked the wrap up, I felt the books unnecessarily long and composed at times by long boring narrative which made me feel like dropping the book, dragging myself towards the end. No wonder I abandoned this book almost 4 years ago and just picked it again because I challenged myself to finish my TBR list.
As a result, I don’t feel like reading other books by the author.
Pretty interesting. I’m personally a fan of Patterson’s books and personally believe he must have written a big part of the book as for the unmistakable thriller atmosphere. Even so, I was surprised and amused, and recommend this reading.