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lattederafaela's Reviews (364)
[EDITADA A 06/08/21]
Este livro é daqueles que são difíceis de avaliar, porque há uma dicotomia entre a cabeça e o coração. Quando o terminei, fiquei com uma sensação de “este livro é mau”, e deixei aqui uma review bastante assertiva com uma descrição detalhada de todas as coisas que detestei e com um toque de humor ácido pouco construtivo.
Mas essa sensação foi-se esvanecendo à medida que refletia mais sobre ele e ia vendo opiniões diferentes por aí. Não aquelas de “perfeito, maravilhoso, melhor livro do mundo”, mas sim aquelas que realmente refletem sobre ele. Inclusive, o plano era depois vender o livro, passá-lo a alguém que talvez fosse gostar mais, mas dei por mim a não conseguir fazê-lo. Não só isso, mas dei por mim a olhar para ele com alguma admiração.
Depois, tive a oportunidade de conversar com outras pessoas sobre ele. Fui vendo o impacto que este livro teve noutras pessoas. Vi a forma como este livro fez algumas pessoas ler pela fantasia pela primeira vez, e a partir dele dar oportunidade a outros livros do género. Vou longe ao ponto de dizer que Aquorea é o Crepúsculo da fantasia portuguesa.
É uma comparação muito específica, eu sei. Mas é porque Crepúsculo também me deixou com sensações muito contraditórias quando o li, e até hoje não considero que sejam livros particularmente bons. Mas reconheço o que é que atrai as pessoas para eles, o impacto que teve no mercado editorial e a importância que teve em milhares (milhões?) de jovens leitores pelo mundo. E sinto que Aquorea está a ter um impacto semelhante entre os jovens leitores portugueses.
A minha opinião “técnica” sobre o livro não mudou. Continuo a achar que a relação entre o Kai e a Ara não é saudável, que há espaço para más interpretações em algumas cenas, que os diálogos não são verissímeis, que alguns personagens têm comportamentos que não têm justificação ou perdão. E há alguns pontos que podem ser melhorados em termos de escrita (que, mesmo assim, vai melhorando ao longo do livro) e de construção dos personagens, além de cenas um pouco desnecessárias (como a descrição retalhada da rotina diária da Ara). E gostava de ter tido mais “emoção” da parte dos personagens, mais sentimentos no lugar de pensamentos. E os anacronismos, que eu tive alguma dificuldade em aceitar.
Mas em tudo há um balanço. E tenho de elogiar a tentativa da autora em trazer alguma (ainda que leve) representatividade LGBT — e não apenas MLM, mas WLW! —, a história original, a construção do mundo de Aquorea, os plot-twists que são completamente inesperados. Há pozinhos de critica social e política aqui e ali, há representação de problemas sérios (nomeadamente toxicodependência, comportamentos autodestrutivos, o luto familiar, o luto entre amigos); acho que é um livro quase exclusivamente young-adult, não tanto “para todas as idades”, mas sendo young-adult está “no ponto” para esse público.
Passei uma madrugada inteira a ler e fiz alguns jogos de motivação para quando tinha alguma dificuldade em avançar. Gostei particularmente das personagens da Petra do Gensay. Gostava de ter tido mais do Beau, saber mais sobre ele, mas tenho esperança que no segundo volume tenhamos um pouco mais. E não mencionei na review anterior, mas o plot-twist associado à Umi é qualquer coisa de incrível (não quero dar spoilers, maaaasss). Eu não suportei o Kai durante a maioria do livro, mas ele depois sofre uma digievolução que o fez cair um pouco mais na minha simpatia (o glow up que ele merecia).
Os meus maiores “problemas” estão mais na primeira metade do livro, mas na segunda parte ele torna-se progressivamente mais interessante e a ação torna-se mais “viciante”. E no final do dia, aprendi algumas coisas com este livro.
Fico feliz em saber que vai haver um segundo livro, porque há aqui muito potencial. E reitero que o impacto deste livro no mercado português deve ser exaltado, porque é inegável. É realmente muito bom ver um livro de fantasia YA a alcançar tantas pessoas e a chegar aos corações de tantos leitores que antes não apreciam o género. E é português! E apesar de eu não me ter apaixonado por ele, fico feliz por todas as pessoas que o adoraram.
p.s.: No grupo sul-coreano “EXO” existe um artista cujo stage-name é Kai. Eu passei o livro inteiro a imaginá-lo a ele como Kai.
Este livro é daqueles que são difíceis de avaliar, porque há uma dicotomia entre a cabeça e o coração. Quando o terminei, fiquei com uma sensação de “este livro é mau”, e deixei aqui uma review bastante assertiva com uma descrição detalhada de todas as coisas que detestei e com um toque de humor ácido pouco construtivo.
Mas essa sensação foi-se esvanecendo à medida que refletia mais sobre ele e ia vendo opiniões diferentes por aí. Não aquelas de “perfeito, maravilhoso, melhor livro do mundo”, mas sim aquelas que realmente refletem sobre ele. Inclusive, o plano era depois vender o livro, passá-lo a alguém que talvez fosse gostar mais, mas dei por mim a não conseguir fazê-lo. Não só isso, mas dei por mim a olhar para ele com alguma admiração.
Depois, tive a oportunidade de conversar com outras pessoas sobre ele. Fui vendo o impacto que este livro teve noutras pessoas. Vi a forma como este livro fez algumas pessoas ler pela fantasia pela primeira vez, e a partir dele dar oportunidade a outros livros do género. Vou longe ao ponto de dizer que Aquorea é o Crepúsculo da fantasia portuguesa.
É uma comparação muito específica, eu sei. Mas é porque Crepúsculo também me deixou com sensações muito contraditórias quando o li, e até hoje não considero que sejam livros particularmente bons. Mas reconheço o que é que atrai as pessoas para eles, o impacto que teve no mercado editorial e a importância que teve em milhares (milhões?) de jovens leitores pelo mundo. E sinto que Aquorea está a ter um impacto semelhante entre os jovens leitores portugueses.
A minha opinião “técnica” sobre o livro não mudou. Continuo a achar que a relação entre o Kai e a Ara não é saudável, que há espaço para más interpretações em algumas cenas, que os diálogos não são verissímeis, que alguns personagens têm comportamentos que não têm justificação ou perdão. E há alguns pontos que podem ser melhorados em termos de escrita (que, mesmo assim, vai melhorando ao longo do livro) e de construção dos personagens, além de cenas um pouco desnecessárias (como a descrição retalhada da rotina diária da Ara). E gostava de ter tido mais “emoção” da parte dos personagens, mais sentimentos no lugar de pensamentos. E os anacronismos, que eu tive alguma dificuldade em aceitar.
Mas em tudo há um balanço. E tenho de elogiar a tentativa da autora em trazer alguma (ainda que leve) representatividade LGBT — e não apenas MLM, mas WLW! —, a história original, a construção do mundo de Aquorea, os plot-twists que são completamente inesperados. Há pozinhos de critica social e política aqui e ali, há representação de problemas sérios (nomeadamente toxicodependência, comportamentos autodestrutivos, o luto familiar, o luto entre amigos); acho que é um livro quase exclusivamente young-adult, não tanto “para todas as idades”, mas sendo young-adult está “no ponto” para esse público.
Passei uma madrugada inteira a ler e fiz alguns jogos de motivação para quando tinha alguma dificuldade em avançar. Gostei particularmente das personagens da Petra do Gensay. Gostava de ter tido mais do Beau, saber mais sobre ele, mas tenho esperança que no segundo volume tenhamos um pouco mais. E não mencionei na review anterior, mas o plot-twist associado à Umi é qualquer coisa de incrível (não quero dar spoilers, maaaasss). Eu não suportei o Kai durante a maioria do livro, mas ele depois sofre uma digievolução que o fez cair um pouco mais na minha simpatia (o glow up que ele merecia).
Os meus maiores “problemas” estão mais na primeira metade do livro, mas na segunda parte ele torna-se progressivamente mais interessante e a ação torna-se mais “viciante”. E no final do dia, aprendi algumas coisas com este livro.
Fico feliz em saber que vai haver um segundo livro, porque há aqui muito potencial. E reitero que o impacto deste livro no mercado português deve ser exaltado, porque é inegável. É realmente muito bom ver um livro de fantasia YA a alcançar tantas pessoas e a chegar aos corações de tantos leitores que antes não apreciam o género. E é português! E apesar de eu não me ter apaixonado por ele, fico feliz por todas as pessoas que o adoraram.
p.s.: No grupo sul-coreano “EXO” existe um artista cujo stage-name é Kai. Eu passei o livro inteiro a imaginá-lo a ele como Kai.
Someone hold my purse; I am in shock: this book is so good that I am shaking. Seriously, I loved this so much.
Before I give my detailed review, I'd just like to mention that English is NOT my first language, therefore I apologize in advance for any typo, grammar error or any kind of mistake in my writing. But as the book is not yet planned to be translated in my language (I think), I have the solemn duty to convince English-speaking people to read this book, talk about this book and love this book, so one day my country will want it too. Because I sure need this book in Portuguese.
Anyway. About the book: I took an interest for it because I thought it was a dystopian fantasy, maybe even sci-fi. I was NOT expecting it to be what it is. But that's not a bad thing, I love it when books are not what I expect, because expectations are ordinary. Surprises are nice. As soon as I started reading it, I felt like I was reading one of those reaaaaaally good creepy pastas. The ones that send creeps down your spine and make you shudder at every gush of air. The ones that make you feel scared to leave your room after sundown.
That's Red Valley. That's what Red Valley made me feel while reading. I felt anxious, but in a good way, and I felt scared, but also in a good way. The writing and the main character make you feel like you're there, right by her side, watching her go about her mission, talking to these people, fighting the evil ones and slapping that damned sheriff and anyone who tries to get in her way.
The Laughing Boys have me the real creeps, more than any other creature. The dudes at the bar too. There was something about them. And River... wow. I want so much to know more about them all, but at the same time, what makes them so special is how little we know about them. It's what makes them scary. The more we know about things that scare us, the less we feel scared, right?
The plot twists were... wow. I cursed at least twice. Out loud. I was- I don't even have words for what I was. But I was so shocked at them. I really did NOT see them coming. And the ending was amazing. That lady, that entity... I have a feeling about her, but I shall not share it.
Man, there was never a moment of boredom in this book. Things just kept happening. And I didn't feel like it was rushed, either. It was just the right pacing to make us feel like Sadie - like there was never a moment of peace -, while at the same time we could digest the things happening.
I loved this book so much. I loved Sadie, but most of all, I loved Beto. I know, there are a lot of great characters in there, but Beto was IT for me. That dude deserves a spin-off.
I'm not sure my review helped, since I mostly said only good things. But if I found any bad stuff while reading, I didn't bother to take notes, because all the good things are just way bigger. In the great scheme of things, this book is pure and simply GREAT. I do not give 5 stars lightly, but man did I give them to this one as fast as light.
Thank you so much, Rebellion and Net Galley, for the opportunity to read this. And thank you, Walter Woodwater, for writing this.
p.s.: On my blog and social media, I shall post a translated version of this very same review, somewhere in August. If you don't mind.
Before I give my detailed review, I'd just like to mention that English is NOT my first language, therefore I apologize in advance for any typo, grammar error or any kind of mistake in my writing. But as the book is not yet planned to be translated in my language (I think), I have the solemn duty to convince English-speaking people to read this book, talk about this book and love this book, so one day my country will want it too. Because I sure need this book in Portuguese.
Anyway. About the book: I took an interest for it because I thought it was a dystopian fantasy, maybe even sci-fi. I was NOT expecting it to be what it is. But that's not a bad thing, I love it when books are not what I expect, because expectations are ordinary. Surprises are nice. As soon as I started reading it, I felt like I was reading one of those reaaaaaally good creepy pastas. The ones that send creeps down your spine and make you shudder at every gush of air. The ones that make you feel scared to leave your room after sundown.
That's Red Valley. That's what Red Valley made me feel while reading. I felt anxious, but in a good way, and I felt scared, but also in a good way. The writing and the main character make you feel like you're there, right by her side, watching her go about her mission, talking to these people, fighting the evil ones and slapping that damned sheriff and anyone who tries to get in her way.
The Laughing Boys have me the real creeps, more than any other creature. The dudes at the bar too. There was something about them. And River... wow. I want so much to know more about them all, but at the same time, what makes them so special is how little we know about them. It's what makes them scary. The more we know about things that scare us, the less we feel scared, right?
The plot twists were... wow. I cursed at least twice. Out loud. I was- I don't even have words for what I was. But I was so shocked at them. I really did NOT see them coming. And the ending was amazing. That lady, that entity... I have a feeling about her, but I shall not share it.
Man, there was never a moment of boredom in this book. Things just kept happening. And I didn't feel like it was rushed, either. It was just the right pacing to make us feel like Sadie - like there was never a moment of peace -, while at the same time we could digest the things happening.
I loved this book so much. I loved Sadie, but most of all, I loved Beto. I know, there are a lot of great characters in there, but Beto was IT for me. That dude deserves a spin-off.
I'm not sure my review helped, since I mostly said only good things. But if I found any bad stuff while reading, I didn't bother to take notes, because all the good things are just way bigger. In the great scheme of things, this book is pure and simply GREAT. I do not give 5 stars lightly, but man did I give them to this one as fast as light.
Thank you so much, Rebellion and Net Galley, for the opportunity to read this. And thank you, Walter Woodwater, for writing this.
p.s.: On my blog and social media, I shall post a translated version of this very same review, somewhere in August. If you don't mind.
Gostava de poder dizer que adorei, mas não posso.
Não só a escrita é abaixo do mediano (e eu nem sou muito esquisita com a escrita em inglês), também a história deixou muito a desejar. Gostei da personalidade dos protagonistas, mas tudo aconteceu demasiado cedo: a relação deles, em todas as suas etapas, e a partir daí... tudo o resto. Há cenas que me fizeram fisicamente fazer uma careta porque simplesmente não funcionaram. Parece um filme da Wallmart.
É uma pena, porque a premissa é realmente boa e eu tinha algumas expectativas, porque a sinopse me interessou. Mas foi uma desilusão e eu nem tenho padrões muito altos no que toca a romances. Não irei ler mais livros da série, honestamente, e não sei até que ponto voltarei a tentar com esta autora. Logo verei.
Não só a escrita é abaixo do mediano (e eu nem sou muito esquisita com a escrita em inglês), também a história deixou muito a desejar. Gostei da personalidade dos protagonistas, mas tudo aconteceu demasiado cedo: a relação deles, em todas as suas etapas, e a partir daí... tudo o resto. Há cenas que me fizeram fisicamente fazer uma careta porque simplesmente não funcionaram. Parece um filme da Wallmart.
É uma pena, porque a premissa é realmente boa e eu tinha algumas expectativas, porque a sinopse me interessou. Mas foi uma desilusão e eu nem tenho padrões muito altos no que toca a romances. Não irei ler mais livros da série, honestamente, e não sei até que ponto voltarei a tentar com esta autora. Logo verei.
Já li Emma há tantos anos que é impossível dizer se esta inspiração é semelhante ou não ao original, por isso a minha opinião baseia-se apenas neste livro.
Foi-se altamente recomendado e eu recomendo-o a quem achar a sinopse interessante. É engraçado, tem uma história boa, os personagens são tridimensionais e tudo acontece de uma forma que faz sentido.
Não é, porém, dos meus romances favoritos - há qualquer coisa, e não consigo explicar o quê exatamente, que não me deixou apaixonada pelo livro. Sem mencionar que a personagem é um pêndulo. Ainda que eu entenda de onde vem isso (é complexo e não dá para explicar sem spoilers), creio que essa parte está muito pouco verossímil e, para mim, chega a ser um pouco irritante (não apenas frustrante, mas realmente irritante). Em certas alturas, os próprios personagens parecem ter experiências extra-corporais e são possuídos por uma personalidade que não lhes pertence, o que eu também não adorei.
Não obstante, como já mencionei, é um livro engraçado, com as doses certas de romance e drama, personagens que nos deixam a suspirar um pouco (oh, Tyler) e uma história, em geral, bastante boa.
Foi-se altamente recomendado e eu recomendo-o a quem achar a sinopse interessante. É engraçado, tem uma história boa, os personagens são tridimensionais e tudo acontece de uma forma que faz sentido.
Não é, porém, dos meus romances favoritos - há qualquer coisa, e não consigo explicar o quê exatamente, que não me deixou apaixonada pelo livro. Sem mencionar que a personagem é um pêndulo. Ainda que eu entenda de onde vem isso (é complexo e não dá para explicar sem spoilers), creio que essa parte está muito pouco verossímil e, para mim, chega a ser um pouco irritante (não apenas frustrante, mas realmente irritante). Em certas alturas, os próprios personagens parecem ter experiências extra-corporais e são possuídos por uma personalidade que não lhes pertence, o que eu também não adorei.
Não obstante, como já mencionei, é um livro engraçado, com as doses certas de romance e drama, personagens que nos deixam a suspirar um pouco (oh, Tyler) e uma história, em geral, bastante boa.
Normalmente uma história com crianças seria um grande 'nope' para mim, mas acho que não consegui resistir à trope bestie-do-meu-irmão. Além disso, eu quero bastante ler o segundo e pareceu-me justo ler este primeiro.
Eu gostei bastante dos personagens. Tanto da Lucy quanto do Cooper, mas acho que a certa altura deixei de me importar com eles. A história arrastou o elemento "o meu irmão não pode saber" demasiado até ao fim e há algumas coisas que simplesmente não funcionaram para mim. Sem mencionar que tudo aconteceu demasiado depressa - a relação deles (que supostamente era para ir devagar), a relação do Cooper com o filho da Luci, o final que não funcionou bem para mim. Achei os personagens um pouco imaturos e precipitados.
MAS é uma história engraçada, com cenas de fazer derreter as almas mais românticas, com um protagonista charmoso e que diz sempre as coisas certas, com drama na dose certa (nem a mais, nem a menos) e eu adorei particularmente a cena em que eles invadem uma casa (não posso explicar porquê sem dar spoiler).
Vou definitivamente ler o segundo, e vai sem dúvida para a minha prateleira de recomendados, mesmo não sendo dos meus favoritos.
Eu gostei bastante dos personagens. Tanto da Lucy quanto do Cooper, mas acho que a certa altura deixei de me importar com eles. A história arrastou o elemento "o meu irmão não pode saber" demasiado até ao fim e há algumas coisas que simplesmente não funcionaram para mim. Sem mencionar que tudo aconteceu demasiado depressa - a relação deles (que supostamente era para ir devagar), a relação do Cooper com o filho da Luci, o final que não funcionou bem para mim. Achei os personagens um pouco imaturos e precipitados.
MAS é uma história engraçada, com cenas de fazer derreter as almas mais românticas, com um protagonista charmoso e que diz sempre as coisas certas, com drama na dose certa (nem a mais, nem a menos) e eu adorei particularmente a cena em que eles invadem uma casa (não posso explicar porquê sem dar spoiler).
Vou definitivamente ler o segundo, e vai sem dúvida para a minha prateleira de recomendados, mesmo não sendo dos meus favoritos.
Fake dating? Sim, por favor.
Eu adoro uma boa história sobre bissexualidade, mas adoro ainda mais se esse factor for explorado de forma casual e pouco dramática. Não houve crises de identidade nem necessidade de fugir a correr. O Maddox apenas anuiu, levantou a cabeça e aceitou que gostava tanto de homens quanto de mulheres, e que isso não importava realmente. Depois apenas decidiu que queria estar com o Damon e pronto - da parte dele, não houve drama.
Não, o drama veio da parte do Damon, mas não posso realmente falar sobre isso sem dar spoilers. E a autora aqui explorou realmente um lado bastante interessante, se não mesmo realista, deste tipo de histórias (em que um dos protagonistas tem um momento eureka na sua sexualidade). Este livro é quase um anti-fetiche, porque é uma chamada de atenção à forma como histórias como esta são fetichizadas, mesmo que tenha uma mancheia de cenas eróticas ela própria.
Eu adorei o Maddox, adorei o Damon, adorei toda a premissa da história deles, e adorei o sentido de humor da autora (Eden Finley, pessoal, não podia esperar menos). Recomendo? Definitivamente.
Eu adoro uma boa história sobre bissexualidade, mas adoro ainda mais se esse factor for explorado de forma casual e pouco dramática. Não houve crises de identidade nem necessidade de fugir a correr. O Maddox apenas anuiu, levantou a cabeça e aceitou que gostava tanto de homens quanto de mulheres, e que isso não importava realmente. Depois apenas decidiu que queria estar com o Damon e pronto - da parte dele, não houve drama.
Não, o drama veio da parte do Damon, mas não posso realmente falar sobre isso sem dar spoilers. E a autora aqui explorou realmente um lado bastante interessante, se não mesmo realista, deste tipo de histórias (em que um dos protagonistas tem um momento eureka na sua sexualidade). Este livro é quase um anti-fetiche, porque é uma chamada de atenção à forma como histórias como esta são fetichizadas, mesmo que tenha uma mancheia de cenas eróticas ela própria.
Eu adorei o Maddox, adorei o Damon, adorei toda a premissa da história deles, e adorei o sentido de humor da autora (Eden Finley, pessoal, não podia esperar menos). Recomendo? Definitivamente.