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emotional
lighthearted
medium-paced
Plot or Character Driven:
A mix
Strong character development:
Yes
Loveable characters:
Yes
Diverse cast of characters:
Yes
Flaws of characters a main focus:
No
http://girlinchaiselongue.blogspot.pt/2015/07/opiniao-incontrolavel.html
Depois de um início desconfiado e reticente com Sylvia Day, heis que hoje posso dizer, não sem algum espanto, que gosto. Sim, gosto dos seus livros, pelos menos dos seus romances históricos que é o que tenho lido. A verdade é que Sylvia sabe o que anda a fazer e negá-lo seria uma estupidez. Dona de uma escrita crua mas sensual, é com maturidade e experiência que esta autora cria as suas histórias, dando-nos um eco de realismo que a mulher do século XXI não só reconhece como agradece. E uma das provas disso é este Incontrolável, cuja história foge de preconceitos e normas, cujo casal se diferencia de tantos outros. E este posso dizer que, não só gosto, como é o meu preferido da autora. Sylvia excede-se com uma história que não é nada do que estamos a espera. Esta não é típica história de amor. Nem pensar. É uma história de amizade e luxúria, liberdade e extravagância que, nas suas linhas curvas e sedutoras, acabará por falar do amor como resultado de uma relação de compreensão entre duas almas feitas de fogo mas pouco dadas a afectos, duas pessoas que, no fundo, partilham uma igualdade raramente encontrada.
Isabel e Gareth são tudo menos comuns e a sua história, feita de malícia e libertinagem, rapidamente nos envolve, não só pela química quase crua que os une como também pela amizade e respeito que nutrem um pelo outro. Sentimentos esses que no início lhes permite viver um casamento de liberdade e aceitação, mesmo com a diferença de idades e títulos à qual o mundo inteiro liga, menos eles. Mas um dia tudo muda e o que autora nos apresenta nesta narrativa é um jogo de luxúria e paixão, cujo prémio é, nada mais, nada menos do que a rendição. A premissa só por si, bastava para me deixar curiosa mas é a forma como Sylvia a desenvolve que realmente me agradou. Isabel e Gareth têm um acordo e uma relação sólida e estável capaz de o manter, mas mais do que isso, é a forma como se aceitam e respeitam, independentemente do resto do mundo, que me deixou intrigada com este casal.
O desenvolvimento da sua relação é escaldante de facto e a perseguição subtil e sedutora que Gareth faz a Isabel é capaz de deixar qualquer coração acelerado, mas é os pequenos gestos e hábitos entre eles mesmo quando as coisas estão a descambar que nos fazem acreditar que duas almas errantes como estas podem realmente ser felizes juntas. Não, a relação deles não começa nem é igual às outras, mas eles provam que ser livre para amar ou desejar, não condiciona que um dia não queiram ser amarrados à outra pessoa. Pelo contrário, o que eles acabam por provar com a sua história é que só vale a pena fazê-lo por alguém que não só se apaixone mas também compreenda e aceite a independência e personalidade da outra parte. Apesar da anterior relação existente entre eles, acabamos por assistir a uma conquista feita de pequenas aprendizagens, uma tentativa de ambas as partes para conhecerem por inteiro a outra pessoa, demonstrando que no amor é preciso esforço e dedicação mesmo quando a paixão arde de forma escaldante. Sim, porque estes dois são capazes de fazer corar até as pedras da calçada. A química entre estas duas personagens é qualquer coisa de assolador mas foi o resto que realmente me deixou enamorada deles.
Confesso que admiro Isabel. Admiro a sua independência, a sua força e coragem, a sua forma de ver a vida. É uma personagem forte e destemida que não liga patavina aos outros em seu redor e que vive como bem entende. É uma mulher com plena consciência do que é capaz e de quem é, e por isso é tão fácil gostar dela. Quanto ao Gareth, ele começa por ser um menino rebelde e libertino com um coração do tamanho do mundo mas depois de um certo acontecimento ele cresce e é tão espantoso ver como ele aprendeu com a vida, como agora dá valor a coisas realmente importantes. Ele muda, aceita outras prioridades, compreende que precisa de outras coisas na sua vida e faz por as ter, ele vai à luta como um verdadeiro gentleman, aceita a derrota quando tem de ser mas nunca desiste, e isso é de louvar.
Sim, Incontrolável é o meu livro preferido de Sylvia Day e aconselho-o às fãs do género, da autora, de casais extraordinários, de histórias escaldantes e amores fora do comum. Leiam-no, preferencialmente em casa, mas leiam-no porque esta senhora fez magia neste livro.
Depois de um início desconfiado e reticente com Sylvia Day, heis que hoje posso dizer, não sem algum espanto, que gosto. Sim, gosto dos seus livros, pelos menos dos seus romances históricos que é o que tenho lido. A verdade é que Sylvia sabe o que anda a fazer e negá-lo seria uma estupidez. Dona de uma escrita crua mas sensual, é com maturidade e experiência que esta autora cria as suas histórias, dando-nos um eco de realismo que a mulher do século XXI não só reconhece como agradece. E uma das provas disso é este Incontrolável, cuja história foge de preconceitos e normas, cujo casal se diferencia de tantos outros. E este posso dizer que, não só gosto, como é o meu preferido da autora. Sylvia excede-se com uma história que não é nada do que estamos a espera. Esta não é típica história de amor. Nem pensar. É uma história de amizade e luxúria, liberdade e extravagância que, nas suas linhas curvas e sedutoras, acabará por falar do amor como resultado de uma relação de compreensão entre duas almas feitas de fogo mas pouco dadas a afectos, duas pessoas que, no fundo, partilham uma igualdade raramente encontrada.
Isabel e Gareth são tudo menos comuns e a sua história, feita de malícia e libertinagem, rapidamente nos envolve, não só pela química quase crua que os une como também pela amizade e respeito que nutrem um pelo outro. Sentimentos esses que no início lhes permite viver um casamento de liberdade e aceitação, mesmo com a diferença de idades e títulos à qual o mundo inteiro liga, menos eles. Mas um dia tudo muda e o que autora nos apresenta nesta narrativa é um jogo de luxúria e paixão, cujo prémio é, nada mais, nada menos do que a rendição. A premissa só por si, bastava para me deixar curiosa mas é a forma como Sylvia a desenvolve que realmente me agradou. Isabel e Gareth têm um acordo e uma relação sólida e estável capaz de o manter, mas mais do que isso, é a forma como se aceitam e respeitam, independentemente do resto do mundo, que me deixou intrigada com este casal.
O desenvolvimento da sua relação é escaldante de facto e a perseguição subtil e sedutora que Gareth faz a Isabel é capaz de deixar qualquer coração acelerado, mas é os pequenos gestos e hábitos entre eles mesmo quando as coisas estão a descambar que nos fazem acreditar que duas almas errantes como estas podem realmente ser felizes juntas. Não, a relação deles não começa nem é igual às outras, mas eles provam que ser livre para amar ou desejar, não condiciona que um dia não queiram ser amarrados à outra pessoa. Pelo contrário, o que eles acabam por provar com a sua história é que só vale a pena fazê-lo por alguém que não só se apaixone mas também compreenda e aceite a independência e personalidade da outra parte. Apesar da anterior relação existente entre eles, acabamos por assistir a uma conquista feita de pequenas aprendizagens, uma tentativa de ambas as partes para conhecerem por inteiro a outra pessoa, demonstrando que no amor é preciso esforço e dedicação mesmo quando a paixão arde de forma escaldante. Sim, porque estes dois são capazes de fazer corar até as pedras da calçada. A química entre estas duas personagens é qualquer coisa de assolador mas foi o resto que realmente me deixou enamorada deles.
Confesso que admiro Isabel. Admiro a sua independência, a sua força e coragem, a sua forma de ver a vida. É uma personagem forte e destemida que não liga patavina aos outros em seu redor e que vive como bem entende. É uma mulher com plena consciência do que é capaz e de quem é, e por isso é tão fácil gostar dela. Quanto ao Gareth, ele começa por ser um menino rebelde e libertino com um coração do tamanho do mundo mas depois de um certo acontecimento ele cresce e é tão espantoso ver como ele aprendeu com a vida, como agora dá valor a coisas realmente importantes. Ele muda, aceita outras prioridades, compreende que precisa de outras coisas na sua vida e faz por as ter, ele vai à luta como um verdadeiro gentleman, aceita a derrota quando tem de ser mas nunca desiste, e isso é de louvar.
Sim, Incontrolável é o meu livro preferido de Sylvia Day e aconselho-o às fãs do género, da autora, de casais extraordinários, de histórias escaldantes e amores fora do comum. Leiam-no, preferencialmente em casa, mas leiam-no porque esta senhora fez magia neste livro.
Normally, I love reading those kinds of books but this one didn’t do it for me and I can’t really explain why.
Oh, this was so good!!! I didn't expect anything less though, bc I absolutely love Sylvia Day.
emotional
funny
medium-paced
Plot or Character Driven:
Character
Strong character development:
Yes
Loveable characters:
Yes
Diverse cast of characters:
No
Not what I expected. The first couple of chapters are hard to get into, but so worth the read. The ending wasn't strong enough for my liking and I wish it had an epilogue instead.